Reflexões sobre o Apocalipse

As Sete Igrejas do Apocalipse

Estamos iniciando no boletim dominical da Igreja uma série de estudos sobre as sete cartas do livro de Apocalipse, destinadas às sete igrejas da Ásia Menor, existentes na época (Éfeso, Esmirna, Pérgamo, Tiatira, Sardes, Filadélfia e Laodicéia). Mas antes de falarmos sobre cada uma delas, daremos uma visão panorâmica sobre o livro citado para facilitar a compreensão das cartas bem como a sua mensagem para os nossos dias.


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A Igreja de Éfeso (Ap 2.1-7)

O trabalho evangélico na cidade de Éfeso foi fundado por Paulo em sua terceira viagem missionária. Esse  trabalho também recebeu a colaboração, em seu inicio, de um obreiro chamado Apolo.
     A Igreja de Éfeso era tão importante aos olhos de Deus que a ela foram destinadas duas cartas canônicas, uma escrita por Paulo e a outra do próprio Jesus, Senhor da Igreja, usando a instrumentalidade de João.


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A Igreja de Esmirna (Ap 2.8-11)

Não sabemos quem fundou a Igreja de Esmirna, talvez ela tenha sido fundada por algum dos convertidos no dia de Pentecostes, quando o Espirito Santo foi derramado sobre a Igreja nascente. O livro de Atos nos diz que naquele dia estavam em Jerusalém judeus e prosélitos de diversas nações. “E em Jerusalém estavam habitando judeus, varões religiosos, de todas as nações que estão debaixo do céu” At 2.5. “Partos e medos, elamitas e os que habitam na Mesopotâmia, e Judéia, e Capadócia, e Ponto, e Ásia, e Frígia, e Panfília, Egito e partes da Líbia, junto a Cirene, e forasteiros romanos (tanto judeus como prosélitos), e cretenses, e árabes, todos os temos ouvido em nossas próprias línguas falar das grandezas de Deus” At 2.9,11.


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A Igreja de Pérgamo (Ap 2.12-17)

A cidade de Pérgamo, atual Bergama, na Turquia, Ásia Menor, na época era um importante centro religioso e cultural. O nome Pérgamo deriva-se de um material para escrita utilizado por ela devido à escassez de papel oriundo do papiro egípcio. Eles utilizavam o pergaminho (pele de animal curtida) para a escrita, dai o nome Pérgamo. Nessa cidade tinha os templos dos deuses gregos Zeus,  Atena, Dionísio e Asclépio cujo símbolo era uma serpente, o deus da cura. Tinha também templos destinados ao culto dos imperadores romanos Augusto, Trajano e Severo.


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A Igreja de Tiatira (Ap 2.18-29)

A cidade de Tiatira era um importante centro comercial da Ásia Menor. Ela estava localizada numa posição estratégica, numa rota comercial entre outras importantes cidades da época. Nela havia uma fortíssima associação comercial que para fazer parte dela as empresas comerciais e industriais tinham que se comprometer com a religião dominante na cidade, que era a do culto aos deuses gregos.


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A Igreja de Sardes (Ap 3.1-6)

Sardes, atual Sart na Turquia, era na época duas cidades daí o nome Sardes (plural), sendo uma localizada num monte com uma encosta íngreme onde estava a fortaleza e a outra ao pé desse monte numa planície, sendo esta mais desenvolvida e rica devido estar localizada também na rota comercial daquela parte da Ásia Menor. O personagem Cresus, famoso pela sua fortuna, estava associado a essa importante cidade.


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A Igreja de Filadélfia (Ap 3.7-13)

A cidade de Filadélfia foi fundada por um homem chamado Átalo Segundo, em 140 a.C. Átalo tinha um irmão chamado Eumenes, ambos tinham o sobrenome Filadelfo, e por amor ao seu irmão deu a cidade o nome de Filadélfia, que significa amor fraternal. Essa cidade, atual Alasehir na Turquia, pelo fato de ter sido fundada próxima a uma área vulcânica era suscetível à ocorrência de terremotos, inclusive houve um deles que quase a destruiu, mas foi reconstruída com o auxilio do imperador romano Tibério que doou dinheiro para a sua reconstrução e a isentou de tributos, e como gratidão a cidade construiu um templo em sua homenagem. Por causa do constante perigo que corria, as suas portas eram continuamente abertas para evacuar a população quando da ocorrência de possíveis terremotos. Quando Jesus disse que tinha colocado uma porta aberta diante da Igreja, os irmãos de Filadélfia sabiam, por experiência, da importância de uma porta aberta.


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A Igreja de Laodicéia (Ap 3.14-22)

      A cidade de Laodicéia situava-se na Ásia Menor e teve o seu nome dado em homenagem a Laodice, esposa do rei Antíoco II, sírio, que estendera o seu domínio até aquela parte do mundo. Uma fonte de agua quente abastecia a cidade que, devido ao seu percurso, chegava a ela, morna. Nessa próspera cidade havia indústrias de lã bem como uma florescente indústria farmacêutica onde o colírio para tratar doenças de olhos era famoso.


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As Sete Igrejas do Apocalipse

Dissemos no primeiro boletim sobre as sete cartas do Apocalipse (24/08/14) que existem pelo menos quatro escolas que interpretam o livro de Apocalipse (Preterista, Historicista, Futurista e Idealista).
     Em relação às sete Igrejas essas escolas veem as igrejas do Apocalipse como: Igrejas históricas (Escola Preterista, Escola Historicista e Escola Idealista); Sete períodos da história da igreja (Escola Futurista).


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