Focando a Doutrina Cristã

Angelologia - Os Anjos (sua natureza moral)

Todos foram criados santo, sem pecado – “E aos anjos que não guardaram o seu principado, mas deixaram a sua própria habitação, reservou na escuridão e em prisões eternas até ao juízo daquele grande dia” Jd 6 (Veja ainda Mt 18.10; Lc 9.26).
b) Muitos se mantiveram obedientes – foram confirmados por Deus na Bondade – “E quando o Filho do homem vier em sua glória, e todos os santos anjos com ele, então se assentará no trono da sua glória” Mt 25.31. (Veja ainda Sl 103.20; Mt 6.10; 8.10; Mc 8.38; 2 Co 11.14).
c) Muitos desobedeceram – foram confirmados por Deus na Maldade – “Então dirá também aos que estiverem à sua esquerda: Apartai-vos de mim, malditos, para o fogo eterno, preparado para o diabo e seus anjos” Mt 25.41 (Veja ainda Mt 6.13; 13.19; Jo 8.34; 2 Pe 2.4; 1 Jo 5.18; Jd 6; Ap 2.7,9;...). 

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Angelologia - Os Anjos (suas características)

c) Seres Pessoais (possuidores de inteligência, vontade e emoções) – “Assim vos digo que há alegria diante dos anjos de Deus por um pecador que se arrepende” Lc 15.10 (Veja ainda 2 Sm 14.20; Lc 2.13; 2 Tm 2.26; Ap 12.12; 22.8,9;...).
d) Seres Assexuados (não se reproduzem, não procriam) – “Porque na ressurreição nem casam nem são dados em casamento; mas serão como os anjos de Deus no céu” Mt 22.30 (Veja ainda Lc 20.35, 36).
e) Seres Imortais (não passam pela experiência da morte) – “Porque já não podem mais morrer; pois são iguais aos anjos, e são filhos de Deus, sendo filhos da ressurreição” Lc 20.36.

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Angelologia

A palavra Angelologia é de origem grega (angelos = anjos, logia = estudo, tratado). A palavra anjo significa mensageiro. Então, a Angelologia é a parte da Teologia Sistemática que estuda a doutrina dos anjos. Autenticidade da doutrina dos anjos a) Afirmada no A.T. – “Bendizei ao SENHOR, todos os seus anjos, vós que excedeis em força, que guardais os seus mandamentos, obedecendo à voz da sua palavra” Sl 103.20 (Veja ainda Gn 16.7; 19.1,15; 28.12; 1 Sm 29.9; Sl 91.11; 148.2;...);

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Soteriologia (VIII) - Os Cinco Pontos do Calvinismo

- Depravação Total - O pecado atingiu o homem tão profundamente que o inabilitou de qualquer capacidade de dá resposta positiva aos apelos do Evangelho.
- Eleição Incondicional - Deus, na sua graça infinita, elegeu a Igreja para a salvação, independente de qualquer ato previsto.
- Expiação Limitada - Cristo morreu na cruz do calvário somente pelos eleitos, ou seja, somente aqueles que são predestinados para a salvação é que serão eficazmente salvos.
- Graça Irresistível - Todos os eleitos serão, no devido tempo, atraídos pelo Espirito Santo a Cristo para alcançar a salvação. Nenhum dos escolhidos de Deus deixará de receber a salvação através de Cristo.
- Perseverança dos Santos - Todos os eleitos perseverarão na fé até ao final de sua jornada neste mundo. Jamais cairão da graça de Deus que os sustenta.

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Soteriologia (VII) - Calvinismo x Arminianismo

João Calvino, um dos expoentes da reforma protestante em suas Institutas enfatizou a doutrina da predestinação, afirmando que o ser humano só pode usufruir da salvação eterna dispensada pelos méritos de Cristo se tiver sido predestinado para tal. “... e creram todos quantos haviam sido destinados para a vida eterna” At 13.48. Calvino ensinava que essa predestinação era baseada unicamente na livre graça de Deus, independente de qualquer ato ou fé previsto do pecador que viesse a torná-lo agradável a Deus. “Nele, digo, em quem também fomos feitos herança, havendo sido predestinados, conforme o propósito daquele que faz todas as coisas, segundo o conselho da sua vontade” Ef 1.11. Ensinava Calvino ainda que o pecado inabilitou completamente o homem e por isso ele é totalmente incapaz de se aproximar de Deus se o Espírito Santo o não regenerar primeiro. “E continuou: Por isso vos disse que ninguém pode vir a mim, se pelo Pai lhe não for concedido” Jo 6.65. “Ninguém pode vir a mim se o Pai que me enviou não o trouxer...” Jo 6.44,45.

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Soteriologia (VI)- A Predestinação

A Salvação do crente não foi obra do acaso, um caso fortuito, mas é parte dum plano estabelecido por Deus antes que o mundo fosse mundo. Antes dos tempos eternos, Deus, no Seu propósito e graça, escolheu, de maneira soberana, sem depender de fé prevista ou boas ações, um grupo de pessoas, que é a Sua Igreja, para nele mostrar o beneplácito de sua Graça aos vasos de misericórdia, aos quais preparou de antemão.  

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