Cristo Na Biblia

Gênesis – A Semente da Mulher

O Senhor Jesus Cristo é o personagem principal de toda a Bíblia, é o ponto central de todo o programa redentor. A Bíblia, a revelação especial de Deus, revela a Cristo de forma progressiva. Nela Jesus é revelado através de profecias, tipos, figuras, instituições, relatos históricos e declarações  teológicas. Pretendemos pela graça divina enfocar esse grande tema, identificando Cristo em cada livro ou grupos de livros da Bíblia, de forma sucinta, e começaremos com Gênesis. 

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Êxodo – O Cordeiro Pascoal

O livro de êxodo relata no seu início o drama da descendência de Abraão no Egito e a sua libertação através da ação poderosa de Deus. Neste livro encontramos o relato do nascimento, crescimento e chamada de Moisés para libertar o povo de Deus da escravidão egípcia. A Bíblia diz que Deus feriu o Egito com dez pragas, sendo a última a morte dos primogênitos. Para poupar o seu povo, Deus instruiu Moisés sobre o quê os israelitas deveriam fazer para escapar da destruição quando um anjo passasse sobre o Egito matando os seus primogênitos. A orientação consistia em que cada família separasse um cordeiro de um ano, sem defeito, macho, e o imolasse no crepúsculo da tarde de um determinado dia e passasse o seu sangue nos umbrais da porta das casas.

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Levítico – O Sacrifício Expiatório

Depois da saída do Egito, o povo de Deus aquartelou-se na planície defronte ao monte Sinai e lá ficou por onze meses onde foi construído o Tabernáculo, instituído o sacerdócio levita, entregue a Lei e organizado o exército. A lei entregue por Deus a Israel dividia-se em três partes: a lei moral, a lei civil e a lei cerimonial. A lei cerimonial disciplinava o culto que deveria ser oferecido a Deus (os oficiantes, os tipos de ofertas, as festividades. etc). Dentre as festividades encontrava-se o Dia do Perdão (Yom Kippur), que era o dia em que se oferecia sacrifício pelos pecados da nação.  O livro de Levítico é riquíssimo em tipos e figuras representando a Cristo e a sua obra. O Dia da Expiação tinha como objetivo remover a culpa do pecado do povo através de sacrifício de sangue, purificando-o por mais um ano. 

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Números – A Rocha Ferida

Depois da nação de Israel ser organizada no Sinai (construção do Tabernáculo, instituição do sacerdócio, entrega da Lei e organização do exército), o povo de Deus levantou acampamento e foi em direção da terra da promessa. As diretrizes dadas por Deus foram observadas rigorosamente. As doze tribos de Israel marchavam sob as bandeiras de quatro tribos líderes (Judá, Rubem, Efraim e Dã). Quando acampados, o tabernáculo era instalado no centro e as tribos em volta. Quando da ordem divina para a caminhada o acampamento era desmontado e levado pelos levitas. Na caminhada, a arca da aliança ia à frente do exército.

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Deuteronômio – O Profeta Prometido

Quando Israel chegou à planície de Moabe, fronteira ao rio Jordão, depois de ter vencido a Seom rei dos amorreus e a Ogue rei de Basã, Moisés discursou (cinco discursos) perante a nação de Israel, repetindo a lei divina nos seus pontos essenciais. Num desses discursos que compõem o livro de Deuteronômio, ele profetizou que Deus iria levantar um profeta semelhante a ele, em que as Suas palavras seriam colocadas em sua boca, e quem não ouvisse a esse profeta seriam responsabilizados por Deus (Dt 18.15-22).

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Josué – O Príncipe do Exército do Senhor

Ao longo da história do povo de Deus, Deus graciosamente se revelou em algumas ocasiões através  de um personagem enigmático chamado de o anjo do Senhor. Esse anjo não era um anjo comum, criado, e sim o próprio Deus em suas teofanias, ou seja, Deus aparecia aos seus servos escolhidos em forma humana. Esse anjo era o Senhor Jesus Cristo antes de sua encarnação.Por ser Deus, esse anjo era adorado e obedecido. Quando Moisés morreu, Deus nomeou Josué e o encarregou de conquistar a terra da promessa. Após a passagem do Rio Jordão que fora represado pelo poder de Deus, seguiu-se um preparo espiritual do povo (circuncisão e celebração da Páscoa) para a conquista da terra prometida por Deus a Abraão e sua descendência. 

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Juízes – O Libertador

Depois que Josué conquistou a terra da promessa e a dividiu entre as doze tribos de Israel e depois que faleceu aquela geração de líderes conquistadores o povo de Deus entrou num período de decadência espiritual, moral e civil.  Esse período de altos e baixos na vida de Israel durou aproximadamente quatro séculos. Ainda esse período pode ser sintetizado em quatro palavras: pecado, opressão, arrependimento, libertação. O povo pecava, Deus o punia através de povos fronteiriços de Israel. O povo se arrependia e Deus levantava  libertadores que livravam o povo, que foram os juízes. Uma frase é celebre como lema desse período: “Naqueles dias não havia rei em Israel e cada um fazia o que achava bom aos seus olhos”. Foram quatorze os juízes desse período (Otoniel, Eúde, Sangar, Débora/Baraque, Gideão, Tola, Jair, Jefté, Ibsã, Elom, Abdom, Sansão, Eli e Samuel), sendo doze identificados no livro de Juízes e dois no livro de 1 Samuel (Eli, Samuel).

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Rute – O Parente Remidor

O episódio relatado no livro de Rute deu-se no período dos Juízes, numa época em que o território de Judá, sul de Canaã, estava sendo solapado por uma terrível seca como castigo por causa do pecado do povo de Deus, levando a uma família (Elimeleque, Noemi, Malom e Quiliom) a emigrar para o território de Moabe. Em Moabe, o esposo e os filhos de Noemi faleceram deixando-a viúva e desfilhada. Os filhos que faleceram tinham desposado duas moabitas (Orfa e Rute). Quando da saída de Belém da Judéia, a família teve que se desfazer de uma propriedade.  Em Moabe, Noemi teve conhecimento de que Deus voltara a abençoar a terra de Judá dando-lhe chuva e resolve voltar para lá com a sua nora Rute que insistira em não abandoná-la. Pela providência de Deus, Rute em Belém cai nas graças de Boaz, um rico proprietário de terra que resolve tomá-la por esposa, só que para isso teria que resgatar a propriedade vendida por Noemi quando partira para Moabe.

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1º e 2º Samuel – O Rei de Israel

O livro de 1 Samuel contempla o período final dos juízes, a ascensão e queda do tumultuado reinado do primeiro rei de Israel, Saul e o surgimento de Davi no cenário israelita (a sua consagração secreta como rei substituto de Saul). Quando o profeta sacerdote Samuel envelheceu, os líderes do povo de Deus foram a sua presença e solicitaram que ele ungisse um rei para governar Israel e eles apresentaram a Samuel as razões desse pedido: “... disseram-lhe: Eis que já estás velho, e teus filhos não andam pelos teus caminhos; constitui-nos, pois, agora, um rei sobre nós, para que ele nos julgue, como o têm todas as nações” 1 Sm 8.4,5. 

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1º e 2º Reis - O Rei de Israel

Os livros de 1º e 2º  Reis são anônimos, isto é, o autor ou autores não são identificados nos livros, mas a tradição judaica os credita ao profeta Jeremias. O livro de  1º Reis até o capítulo 11 enfoca o reinado de Salomão filho de Davi.  Salomão que foi agraciado por Deus com o dom da sabedoria e com fabulosa riqueza construiu o templo em Jerusalém, que era uma aspiração do rei Davi, seu pai. Salomão começou bem o seu ministério que pode ser caracterizado em três palavras: paz, prosperidade e justiça, características essas representativas do reino messiânico. Salomão exagerou em relação ao item  mulher   casando-se com mil delas e a maioria dessas mulheres perverteu o seu coração e ele não foi fiel ao Senhor na sua velhice. 

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